Lisbeth HummelNos anos setenta fizeram-se algumas coisa bonitas.
Assim, de repente, não me lembro de nenhuma mas, que diabo, em dez anos alguma coisa se há-de ter feito que valha!
Houve, contudo, bem intencionados. Um deles era um realizador polaco que consegiu escapar para França e que, talvez para agradecimento ao Ocidente, decidiu atirar-se de cabeça para o heterodoxismo erótico.
Entre as sua mais famosas obras está "la bete" ou " O monstro " como foi traduzido.
É um filme engraçado e que se vê com gosto. Em parte porque ataca tudo quanto pode, desde a Igreja à decadente nobreza francesa, para além da delirante figura do monstro por quem a casadoira moça de familias endinheiradas acaba se entregando ao desbragamento.
Depois pela menina que está na caminha, de que, lamentavelmente, não mais se ouviu falar nem se logrou rever.
IL - 12
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